Os planos
Deve ser da hora tardia a que dediquei o exercício, mas depois de uns minutos a comparar tabelas, não percebi se compensa mudar o meu plano da Vodafone para um dos planos actualizados.
Gostava que na próxima actualização reduzissem os asteriscos, aumentassem a letra miudinha e as coisas fizessem sentido. Prefiro a comodidade de um pós-pago, mas chateia-me o pacto com o diabo quase é preciso fazer para compreender as coisas, quando comparadas com um pré-pago.
Já lá vão uns anos, mas a operadora Amena em Espanha tinha um bom modelo: as chamadas custam $X, e podes pagá-las em pré-pago ou assinatura. Sem mais coisas mixurucas.
Paranóias
Por causa de alguém que não se quis dar ao trabalho de ir por ao balde do lixo um saco de papel, encerraram a estação do Campo Grande, e por arrasto as duas linhas de metro que serve esta estação.
Suponho que poderia ter sido uma bomba.
Mas por outro lado, suponho que também poderia ter sido um par de botas, um livro sobre Cobol ou um pack de 6 latas de Coca-Cola que alguém se deixou cair enquanto corria para o metro.
Que paranóia. Com isto demorei um tempão a chegar a casa. No Campo Pequeno, onde terminava na altura a linha amarela, havia uma fila de uns 200m para uma paragem de autocarros.
Boo!
gibiti
Estive ontem a brincar com o GarageBand e o meu teclado da M-Audio, que estava ali guardado no armário há já algum tempo.
Saíu-me esta amostra de música. Hoje limitei-me a organizei um pouco as coisas e a gerar o MP3.
Sobre o GB, tem piada, mas parece-me um bocado limitado. Parece-me que faltam coisas simples, principalmente a nível de atralhos com o teclado. Ou isso ou sou eu, que estou habituado a trackers em que se faz tudo com o teclado. A dependência do rato foi uma das coisas que nunca me agradou muito no FastTracker. Não quero recomeçar uma flamewar com 15 anos, mas o modelo do ScreamTracker (e mais tarde do Impulse) sempre foi melhor…
A Time Odyssey
Terminei hoje a leitura do Firstborn, o terceiro e último livro da série “A Time Odyssey” de Arthur C. Clarke e Stephen Baxter.
Adorei a trilogia. Li cada um dos livros como se não houvesse amanhã, o que tendo em conta a história, não foge muito à verdade.
A história tem algumas semelhanças com “A Space Odyssey” (a que pertencem 2001, 2010, 2069 e 3001 - também algures ali na estante), mas são muito ténues.
Não sei qual foi o peso de cada autor nesta trilogia. Algumas partes eram nitidamente Clarke, outras nem por isso, mas não menos interessantes. A próxima encomenda da Amazon deverá trazer alguma coisa de Baxter para ver como se porta a solo…
SAPO

Foi hoje o primeiro dia de uma nova etapa na minha vida profissional.
Entrei hoje para o SAPO, para a equipa de aplicações para plataformas móveis. É uma área que me interessa bastante, e só espero estar à altura do enorme desafio à minha frente.
Só lamento que esta mudança tenha implicado que a minha passagem pela DRI tenha sido tão curta, durando pouco mais de um mês. Espero que tenham compreendido.
Visabeira
Vinha na Visão desta semana um artigo sobre o colosso de Viseu que é a Visabeira. Têm, entre outras coisas, a discoteca The Day After, o centro comercial Palácio do Gelo e o Hotel Montebelo.
Para quem vive na cidade, é difícil não interagir com algo que lhes pertence, de uma forma ou de outra. Mesmo para quem vive no resto do país e estrangeiro, possivelmente já se cruzou com algo pertencente ao grupo.
Não tenho nada contra o grupo, e acho notável que tenham crescido da forma que o fizeram a partir de uma cidade que à partida não seria a mais fácil onde tal acontecesse (ou inversamente, pode ter sido um dos motivos). Também há que reconhecer o bom que fizeram pela cidade.
Não tive contacto directo com o grupo nos 8 anos que vivi em Viseu. No entanto conheço muitas pessoas que lá trabalham, e o que me contam muitas vezes são histórias de precariedade no trabalho, em que entre outras coisas fazem circular os trabalhadores entre várias empresas do grupo de modo a não vincularem com nenhuma delas. Quando se é o maior empregador da cidade e não havendo muitas alternativas, certas coisas são fáceis…
Farewell
Um conselho à ANA…
… e restantes utilizadores do aeroporto de Lisboa:
Na zona de recolha de bagagem, coloquem uma linha no chão a dizer “Aguarde atrás desta linha”.
Pode ser que assim se evite a multidão que se acotovela mesmo em cima da passadeira, que nao deixa espaço para ver quando passa a nossa mala.
2*PI*R is your friend… Aproveitem o conselho que eu não duro para sempre, ok?
From Russia with love
Andei umas semanas a dar trela a um(a) spammer.
Aparentemente uma médica que vive na Rússia em grandes dificuldades, com 28 anos e que está interessada em conhecer um homem estrangeiro com quem assentar e constituir família. O mais certo é ser um gajo barbudo a tresandar a vodka e que passa os dias de pijama em frente ao computador, mas se ela alinhava na minha história de ser executivo de uma companhia aérea, solteiro com uma casa na praia e com o bom aspecto do Mickael Carreira (nas “minhas” fotos que lhe enviei), então achei que também devia alinhar na dela.
A conversa era banal, que eu não tenho a eloquência da malta do 419eater.com, mas mesmo assim deu para brincar um pouco. Ela usava um tradutor inglês-russo para escrever. Eu fiz o mesmo em alguns mails: português-inglês, ou para complicar, português-alemão-esloveno-inglês. Peguei em letras de músicas do Tony Carreira, converti em texto corrido e enviei. E era interessante o esforço que a moça fazia para compreender. Quase tive pena, até que encontrei o mail dela numa mailing list de Python. Achei que uma pessoa na posição dela teria uma maior afinidade com o Ruby…
Falou em visitar-me e disse que visto e bilhete de avião eram cerca de $2000. Também me disse que ganhava só $100 por mês, mas que ia poupar tudo que pudesse… Sei que ela não estava à espera, mas ofereci-lhe ajuda para pagar, coisa que, claro, ela recusou prontamente…
Estava a brincar: respondeu umas horas depois com a morada para onde fazer a tranferência pela Western Union.
Disse-lhe que era Português, mas também disse que o aeroporto mais perto de mim era o Funchal. Vistas bem as coisas, se vier por aí a comitiva da máfia russa, pode ser que faça algo de útil e ponha o Alberto João na linha.
E sem mais delongas, ficam aqui algumas fotos da moça. Algumas delas em poses sugestivas, outras algo bizarras, mas em todas com roupa a mais. Se alguém descobrir de que perfil do Hi5 ou Facebook isto foi roubado que deixe comentário.
O dia do pai
Aqui estão as minhas duas “crianças”!
Não me deram nada durante o dia de hoje (e não, o presentinho que a Nina deixou no vaso da varanda não conta).







