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H1N1 no metro
Agora que a paranoia da gripe A passou, será que o Metro de Lisboa pode substituir os paineis de informação por outros mais úteis?
A meu ver, há pelo menos 4 coisas que podiam ser aconselhadas aos utentes:
- Não passar o passe dentro da mala/carteira. As pessoas atrás de si agradecem por não ter que esperar enquanto está ali freneticamente a esfregar a mala no sensor até que seja reconhecido.
- Não é preciso esperar que a porta feche para passar o seu passe. A porta mantém-se aberta na maior parte das vezes.
- Ao entrar na carruagem, deixe espaço para que quem quer sair.
- Nas escadas rolantes, se preferir ficar quieto, encoste-se a um dos lados (direito, normalmente), para não ficar no caminho de quem quiser subir os degraus.
kthxbai.
Freecycle
Salvei da lixeira um mono que tinha aqui em casa.
Até decidir o que se havia de fazer com ele, guardei na arrecadação um pequeno sofá velhote que sobrou desde que mobilámos a casa. Embora seja membro há bastante tempo, mais como voyer, do Freecycle Lisboa, uma ramificação local de uma rede mundial de troca de bens, resolvi colocar um anúncio a ver se alguém estava interessado em ficar com ele A procura foi boa, tive cerca de 10 pessoas interessadas, e há instantes entreguei-o a uma delas.
Seguramente que vai ser mais útil que estar a apanhar pó na arrecadação, ou fazer monte em mais uma lixeira. Ainda estava em bom estado, e ficou de lado apenas porque era demasiado pequeno.
Na rede há anúncios de ofertas e procuras de bens, mas em ambos os casos o serviço deve ser gratuito: quem oferece algo não pode cobrar por nada. Pensem nisto como um eBay a custo zero. Encontram-se bastante coisas, algumas úteis, outras nem por isso, mas o lixo de uns é um tesouro para outros, não é? Nem que seja para peças para reparar outra coisa.
Tentem! Há grupos locais um pouco por toda a parte.
RiR 2008
Ontem foi dia de Rock in Rio para mim, onde fui pela primeira vez.
Gostei. Rever Bon Jovi, ver Alanis Morissete, jogar solitário no iPhone enquanto esperava que o Alejandro Sanz acabassse. O espaço da música electrónica estava muito bom, ainda que demasiado cheio, era complicado andar lá no meio.
Nota negativa para as garrafas de água que eram vendidas sem a cápsula (devemos bebê-las todas de uma vez?) e para o tamanho descomunal da cabine de som que tapava o palco para uma área enorme do parque.