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JS Lazyload for Windows Mobile 6.5 widgets
It took me the better part of the afternoon, but I tamed it.
I am creating a widget that has to run on different devices. I implemented a lazy loader to loadmost of the javascript files and it worked on all my targets, except Windows Mobile 6.5. I wanted to be notified when all the files were loaded to proceed to my main app init code, but it was not working on the WM6.5 widget context. On the browser it worked, but when packaged as a widget it didn’t.
I thought I had hit a brick wall and had to resort to something (more) hackish, but in the end the perserverance paid off, with a little luck.
First, for some reason, the attachEvent method does not exist on a script element when running as a widget, although it exists on Mobile IE, which was why it worked.
Poking at a newly created script object, I noticed a onreadystatechange property. Experimenting with it on a live widget I managed to make it call my callback function once, but when I tried to put it to use on my code it didn’t.
After much debugging, in which Bluetooth File Transfer.app didn’t help (on 10.6.2 it crashes 80% of the time when transferring a file to a WM device), I figured it out.
I was creating the new script object, setting all the properties and then adding it to the DOM. This seemed to be a sensible solution, but it didn’t work in this case. Then I tried to add the script element to the DOM, immediately after its creation. Bingo! It worked. I only set the “src” property in the end, to prevent loading the script before I have the chance to set the onreadystatechange callback and everything else. I don’t know if this is really needed, but after wasting lots of time on this today I’ll wait until tomorrow to find out.
I don’t know if this code is still working on the other platforms, but I don’t see any reason not to. Then again, I better check.
Here is the relevant code. I’m posting it here in case some poor soul stumps on the same problem. “cb” is the callback function.
var script = document.createElement("script");
document.getElementsByTagName("head")[0].appendChild(script);
if (script.addEventListener) {
script.addEventListener("load", cb, false);
} else if (script.attachEvent) {
script.attachEvent("onreadystatechange", function() {
if (script.readyState == "loaded") {
cb();
}
});
} else {
script.onreadystatechange = function () {
cb();
};
}
script.type = "text/javascript";
script.src = name;
Mental note, I need some wordpress plugin for posting code.
iPhone
Já falei aqui do que aconteceu quando comprei um iPhone à Vodafone.
Não aceitei que o telefone fosse novamente reparado. Não fizeram nada relativamente aos defeitos que relatei quando o entreguei para a reparação, ainda veio com uns pequenos riscos, pelo que não tenho confiança que sendo entregue para nova reparação as coisas não piorem ainda mais.
Como já disse, os defeitos que o telefone tem são pequenos, mas são defeitos. Se quisesse tolerar defeitos, não teria pago o que custa um iPhone e tinha poupado dinheiro e comprava outra coisa qualquer.
Recorri à Deco, que foi inútil. Recorri ao CACCL, que me marcou uma audiência, onde fui. Duvidava que me resolvessem o caso, mas o “não” eu já tinha, não podia piorar…Fui. Perdi quase 2h à espera e 10 euros em taxis para cada lado.
Entrei na sala na expectativa do que poderia sair de lá, e demorei a atingir, mas assim que o douto juiz começou a falar veio-me logo cabeça as sábias aqui da Jonas assim que o viu sobre o seu caso com a Ensitel.
Falava de forma agressiva, como se estivesse irritado. Devia ser jurista, a representante da Vodafone também, pelo que me senti como carne para canhão. Os meus argumentos de que já havia sido reparado não serviam de nada: teria que ser reparado novamente e mais nada.
A representante da Vodafone disse que normalmente os telefones que vendem podem ser devolvidos/trocados nos 14 dias após a compra, excepto o iPhone (wtf?). Isto não está na lei, a lei não estabelece este tipo de prazos, a não ser em caso de avaria, mas como estratégia comercial a maior parte dos vendedores optam por dar um prazo adicional como aliciante, mas não são obrigadas a isso.
Qualquer réstia de esperança que eu tinha caiu por terra assim que o excelso senhor disse que era contra este tipo de coisas. Trocar era mau, mas devolver o dinheiro era coisa do demo, e era definitivamente contra uma pessoa “mudar de ideias”. Aí calei-me e deixei as coisas terminarem. Queria era sair dali e voltar ao trabalho que se fazia tarde. Ficou em acta a minha resposta “vou pensar nisso”, tal e qual, à sentença que deveria deixar reparar novamente o telefone.
Pensei na opção que me deram, e não me apetece ficar novamente sem telefone durante uma semana, ficar igual e arriscar a que fique com mais danos dos que já tem. Se ganhar algum dano, pelo menos que seja eu a colocá-lo.
Outra coisa que aprendi, foi a não comprar NADA sem que tenha 30 dias para devolver, ainda que o excelentíssimo senhor não goste ou que tenha que pagar mais por isso. Nem que compre à distância: aí a lei prevê um prazo de troca “no questions asked”.
Naquele dia a TVI estava fazer uma reportagem sobre o CCACL, e foi uma pena não terem filmado a nossa sessão (a Vodafone não autorizou). Gostava de ter ficado com um recuerdo.
H1N1 no metro
Agora que a paranoia da gripe A passou, será que o Metro de Lisboa pode substituir os paineis de informação por outros mais úteis?
A meu ver, há pelo menos 4 coisas que podiam ser aconselhadas aos utentes:
- Não passar o passe dentro da mala/carteira. As pessoas atrás de si agradecem por não ter que esperar enquanto está ali freneticamente a esfregar a mala no sensor até que seja reconhecido.
- Não é preciso esperar que a porta feche para passar o seu passe. A porta mantém-se aberta na maior parte das vezes.
- Ao entrar na carruagem, deixe espaço para que quem quer sair.
- Nas escadas rolantes, se preferir ficar quieto, encoste-se a um dos lados (direito, normalmente), para não ficar no caminho de quem quiser subir os degraus.
kthxbai.
On gay marriage
Gay marriage being one of the hot topics here in Portugal at the moment, I decided to write something on the matter.
I don’t care if two people that decide to marry have the same sex. I really don’t – it’s their life and I have no right to meddle with it. Besides, having gay marriage available for those who want it does not force me to have one myself.
And that thing about allowing something like a “marriage”, but not called as such is ridiculous. If it’s the same thing as a marriage as its proponents say, then why invent new words?
On adoption by these couples, I have some slight doubts, but I’m pretty sure it’s harmless. At least, should be on a par with every other hetero couple out there, as good or as bad as it can get. There are kids living their whole youth in institutions, and I can’t imagine it being better than having 2 dads or 2 moms who love them. Oh, the horror!
Just my 2c.
Chrome OS
A Google anunciou o Chrome OS, um sistema operativo simples apenas para aceder à web.
A ideia agrada-me. Como dizem num dos vídeos, em alguns casos as pessoas apenas usam o browser, e se não tiverem internet nem sequer ligam o computador. Isto é o padrão de uso de muitas pessoas que conheço. Única excepção: Office, mas porque não conhecem o Google Docs, porque o que fazem seria perfeitamente comportável pelo Google Docs. Outra excepção: anti-vírus, anti-spyware, firewall e os spyware e worms, mas aqui ficamos a ganhar.
A ideia agrada-me. É o computador como electrodoméstico a alimentar-se apenas da web. Zero de manutenção, muito pouco de configuração. O pouco que se destina a fazer, deve fazê-lo bem. E pelo facto de correr Webkit, é um grande win. Tudo o que tire market share ao IE é positivo, mesmo que seja belzebu a lançar um browser novo.
Para quem quer correr a tralha toda habitual, procure noutro lado. Não é para isso que se destina este OS. As pessoas não têm pouca necessidade de apps locais se as versões web funcionarem bem. Ver o caso do email: conheço pessoas que mesmo conhecendo clientes de email locais, preferem o interface do GMail. Idem para leitores de RSS. Com o Youtube deixou de ser tão necessário ter player locais, mais a confusão de codecs, para ver um vídeo recebido por email. A vida das pessoas que não vivem para os computadores centra-se na web há muito tempo, e este OS posiciona-se para ser o motor de um segundo computador. Para muitos funcioará bem também como computador primário. Que interessa ter as fotos catalogadas no computador, com backups, se servem apenas para alimentar o Facebook?
A questão de ter o Google a lançar isto é também positiva. É uma marca forte, em que as pessoas confiam e de que gostam. Ao contrário do que tentam fazer Gnome e KDE, não tentam imitar o Windows ou o OSX, evitando o problema do uncanny valley.
Penso que a Microsoft tem motivos para ter medo. A Apple tem alguns, mas menos: posicionam-se num segmento de mercado mais alto, além de já terem algo semelhante (o iPhone OS). Será que a haver resposta da Apple, será o afamado iTablet?
Me likes.
Administração local e o email, essa nova tecnologia
Há duas semanas enviei um email para a Junta de Freguesia de Sacavém um email sobre a recolha de lixos no sítio onde vivo. Enviei o mesmo email para o SMAS de Loures, assim como para o todos os sítios que me pareceram estar relacionadas com o assunto.
Basicamente, o lixo está a ser recolhido poucas vezes, o que deixa os contentores e ecopontos muitas vezes a transbordar. Já de si é mau, mas piora quando há vento e espalha algum do lixo pelas redondezas. Há umas semanas, a equipa de jardinagem que lá andava a tratar das zonas verdes apanhou todo o lixo espalhado e depositou-o perto dos contentores. Kudos para os jardineiros, mas parece que este trabalho foi em vão porque passaram semanas e o lixo continua no mesmo monte, no chão. O lixo mais leve já se voltou a espalhar, e se não for recolhido em breve voltará tudo à estaca zero.
Só hoje, 2 semanas depois de os ter enviado, tive algum feedback, e foi apenas um forward do email enviado para a JF para o SMAS. Do SMAS e da câmara, nickles!
Como aconteceu noutras situações em que tive que contactas com estas entidades, quando a resposta vier daqui a 2 meses, será num bonito documento de Word em anexo no email, embrulhado em legalês, indecifrável sem intérprete.
Entretanto, o problema deixará de existir até que os jardineiros lá voltem para repetir o trabalho.
Se calhar isto faz parte do plano de Natal. Nada como passar o Natal e ver os plátanos, palmeiras e outras árvores alegremente enfeitados com fraldas usadas, frascos de detergente, iogurtes com bifidus e espinhas de peixe.
Retorno a casa
Fui hoje buscar o 3GS à Action Store, e além de voltar com os mesmos dois defeitos com que foi, trouxe uns riscos na parte traseira.
No relatório de “reparação”, vinha “actualização de software, restauro, testes ok”. Resposta tipo chapa 5: o software já foi com o 3.0.1 e não há à data actualização possível e o restauro foi de quê exactamente? Quanto aos “testes ok”, se lessem a descrição da avaria poderiam ver que “testes não ok”.
O telefone veio comigo, que outra reparação destas para ficar sem o telefone 5 dias para nada, não obrigado. Mas ficou lá reclamação.
iPhone isto e iPhone aquilo, é diferente e não se pode fazer da mesma forma e o camandro. Mas esta gente pensa que está a vender o menino Jesus? É um telefone, raios partam!
No entanto kudos para o estacionamento de bicicletas à porta.
Lua
Incrível o que fizeram com esta lata velha há 40 anos. Uma autêntica peça de museu…
Ainda não há planos para lá voltar, mas podemos ir planeando a estadia.
Os planos
Deve ser da hora tardia a que dediquei o exercício, mas depois de uns minutos a comparar tabelas, não percebi se compensa mudar o meu plano da Vodafone para um dos planos actualizados.
Gostava que na próxima actualização reduzissem os asteriscos, aumentassem a letra miudinha e as coisas fizessem sentido. Prefiro a comodidade de um pós-pago, mas chateia-me o pacto com o diabo quase é preciso fazer para compreender as coisas, quando comparadas com um pré-pago.
Já lá vão uns anos, mas a operadora Amena em Espanha tinha um bom modelo: as chamadas custam $X, e podes pagá-las em pré-pago ou assinatura. Sem mais coisas mixurucas.
Paranóias
Por causa de alguém que não se quis dar ao trabalho de ir por ao balde do lixo um saco de papel, encerraram a estação do Campo Grande, e por arrasto as duas linhas de metro que serve esta estação.
Suponho que poderia ter sido uma bomba.
Mas por outro lado, suponho que também poderia ter sido um par de botas, um livro sobre Cobol ou um pack de 6 latas de Coca-Cola que alguém se deixou cair enquanto corria para o metro.
Que paranóia. Com isto demorei um tempão a chegar a casa. No Campo Pequeno, onde terminava na altura a linha amarela, havia uma fila de uns 200m para uma paragem de autocarros.
Boo!
