Archive for the ‘Portugal’ Category
Camping for geeks
Like all good things, this year’s Codebits has come to an end. Some people in denial still hang to their wristband, but I took mine off when I got home as it was a starting to become too tight.
Loved it again, and what can I say? It’s hard not to like an event such as this that touches all the soft spots in a geek.
I won one of the prizes with my own crazy project, lent a hand in another that also won, did my first overnighter in years, got a mild cold and got sick of pizza again, though in a few days I’m sure I’ll be hitting some pizza joint when the time for lunch comes.
Here is an event, where people will not leave for most of day (if they leave at all), where they’ll be doing exactly the same things as they do in their working hours of the rest of the year, often with the very same people. I can’t speak for everyone, but I think we’re very fortunate to be working on something we love so much.
Now let’s archive this year’s project, mark one line of the Taskpaper Ideas file as “done”, and patiently wait for Codebits X (MMX?).
Meanwhile, the project number tag still glued to my laptop’s back can remain there…
StickersPT.com
Soube hoje deste projecto de 2 amigos, o StickersPT.com. A ideia é interessante: um serviço de impressão de skins em vinil para colar ao portátil.
Já sugeri o tamanho de 13″ para Macbooks, que ainda não tinham. Não sei ainda se é possível a impressão em vinil transparente (neste momento a base de impressão é em vinil branco)/
O site ainda está muito cru, mas é um projecto que me parece promissor. Não deixem de visitar.
Eles andem aí…
… e por preciso de um anti-vírus para o meu telemóvel.
Estive a ver agora mesmo uma (grande?) reportagem na RTP1 e achei tudo uma grande parvoíce.
Com grande alarido começaram por falar dos problemas de segurança do GSM, mas acabaram a falar de spyware móvel na maior parte do tempo. Mencionaram ao de leve as possiblidades da desencriptação da comunicação pela intercepção da emissão de rádio, mas logo largaram o tema. Talvez por não ser tão praticável e porque os osciloscópios não chamam tanto a atenção por um longo período de tempo, comparados com ter paspalho a justificar ter colocado spyware no telemóvel dos filhos. “Porque pode salvar uma vida”, dizia ele. Sim, claro…
A solução milagrosa é ter um anti-vírus. Assim já deve ser seguro correr um aquele .SIS que se recebe por Bluetooth e se chama “PamelaNaked.sis”. Ou visitar aquele URL na Rússia ou na China que se recebe por SMS do amigo.
Alguém me recomenda um bom anti-vírus/anti-spyware/anti-adware para o iPhone?
(Mudei o blog de alojamento e actualizei o Wordpress. Deve estar mais rápido e a funcionalidade subscrever comentários já deve funcionar. Se notarem algo estranho digam.)
Um olho no burro, outro na Netcabo
Há cerca de um ano mudei de casa e coloquei telefone fixo da PT. Só o fiz porque era condição essencial para activar o sistema de domótica. Torci o nariz inicialmente, mas como não pagava os primeiros 2 ou 3 meses acedi e pensei que assim que a domótica estivesse a funcionar ou houvesse alternativa cancelava ou mudava.
Uns meses depois apareceu o serviço ADSL da Vodafone. Pareceu-me uma boa alternativa à PT, especialmente com a promoção de 10 euros/mês nos primeiros meses, e embora já estivesse servido de internet pela Netcabo, resolvi mudar. Primeiro problema: tinha um ano de fidelização na Netcabo até Março deste ano. Fiz as contas e ficava mais barato manter a Netcabo e não a usar durante estes últimos meses de fidelização do que deixar passar a oportunidade da Vodafone. Assim fiz, e tive a casa dual-homed durante uns meses.
Ao modem da Netcabo liguei-lhe apenas o AP da Fon e sempre teve uns Kb de uso.
Há uns dias mandei um fax para a Netcabo a cancelar o contrato, uma vez que a fidelização está a terminar.
Hoje ligaram-me do serviço de manutenção de clientes, ou lá o que se chama para me tentar oferece um desconto vitalício de 8 euros. No serviço de 16Mb que me propuseram para desistir dos 12Mb da Vodafone, o preço descia dos 35 euros para uns 24 ou algo assim.
Recusei, obviamente. Além de ter outra fidelização à perna, não quero negociar assim. Disse à menina que me recusoa negociar desta forma. Comparo os preços que são anunciados às claras para tomar as minhas decisões. Não quero negociar com base em valores que me fornecem pela porta do cavalo e a que só tenho acesso quando lhes viro as costas. Se quisesse regatear tinha ido a uma feira.
Isto não será de reportar à Autoridade da Concorrência?
Aqui fica a nota para quem quiser reduzir o valor da mensalidade.Se não têm alternativas, façam bluff. Se tiverem alternativas, mudem mesmo de operador.
Este tipo de atitudes são inadmissíveis.
Unidoses

Alguém que mande esta imagem ao presidente da APIFARMA para quem unidose parece significar andar com os comprimidos à solta nos bolsos.
Luluzinhos
Como ex-fumador, aplaudo a nova lei sobre do tabaco. No entanto, sem desfazer a lei que entra em vigor dentro de dias, acho que era mais urgente resolver o outro grande flagelo da saúde pública.
Falo obviamente do cócó de cão.
Se a caminho do trabalho passar por um fumador e inalar inadvertidamente o fumo do tabaco, aquilo cheira mal mas passa. Se a camnho do trabalho pisar inadvertidamente um cócó, tenho perfume para o resto do dia.
A longo prazo, também tem os seus efeitos nefastos. Suspeito que as dores de costas que tenho não sejam os ossos do ofício, de passar todo o dia sentado ao computador, mas sim de já terem sido demasiadas as vezes em que tenho que me curvar e fazer equilibrismo num pé enquanto tiro do outro restos de cócó de um roedor de ossos. O praguejar consequente deste acto também faz elevar a pressão arterial (de forma propoporcional à pressa com que estamos).
Mas o cão não tem culpa. O cão faz porque o mandam fazer ali e não no apartamento. Não bastando os passeios e jardins, ouvi há dias dizer que devido ao frio que se faz sentir nesta altura do ano há quem comece a minar a garagem do prédio.
Todo o sítio é zona de cagadores. Não há passeios para não-cagadores e isto irrita-me.
A imagem roubada do blog Briteiros onde falam de que em Dresden vão fazer identificação das póias pelo ADN do cão (com multas a condizer). Com tanta medida tecnológica a ser aplicada, ninguém do governo consegue meter mais esta na lista?
Multas de estacionamento
Veio-me hoje à cabeça ter sido multado em Barcelona há uns anos por falta de pagamento do estacionamento.
Ia aos correios fazer uma coisa rápida e (pensava eu) não ia demorar muito e não meti pesetas no parquímetro. Quando voltei tinha sido multado.
Como ainda lá andava o guarda, fui falar com ele. “No hi ha cap de problema” que a multa foi passada há menos de duas horas, disse ele. A multa trazia um envelope que podia ser usada para a pagar: bastava juntar uma senha do parquímetro de 500 pesetas e colocar na caixa de correio do próprio parquímetro.
Parece-me um sistema bastante mais simpático do que chegar ao carro e tê-lo ancorado a ferros, ou não ter carro por ter sido rebocado.
Não sei se ainda se usa este sistema por lá, mas sempre que penso nisso parece-me uma boa ideia.
Codebits
Impressões de um dia de Codebits:
É uma “Minho Campus Party”, sem Campus Party e sem ser no Minho, mas tem todo o “miolo” que me interessava na MCP.
Quando uma pessoa encontra alguém, parece como quando se vê uma celebridade da TV na rua: uma pessoa passa tanto tempo a ler as coisas dos outros nos blogs que ao fim de algum tempo sente que até os conhece.
O ambiente é bom, as conferências que vi têm sido interessantes e o Red Bull é abundante. Estou a gostar.
A minha experiência com o dns.pt
Um familiar criou uma empresa e pediu-me para lhe tratar do registo de um domínio. Nada de complicado: queria o mail personalizado, basicamente.
Antes de me meter pelo .com, lembrei-me da liberalização do .pt e fui ver. Como a empresa foi criada pelo método “Empresa na hora”, o domínio até já tinha sido criado e pago por um ano. Porreiro!
O domínio estava criado mas não estava ainda alojado: apontava apenas para uma página temporária. Pensei eu de que seria apenas uma questão de entrar no sistema de gestão do domínio e apontar para o IP do alojamento onde tenho umas outras coisas e fazer mais um registo no “Google apps for your domain” para o (g)mail.
Errado! O serviço prestado pelo dns.pt é apenas o registo do domínio, não tratam de DNS. Tenho que colocar o domínio noutro nameserver para o poder configurar. Na gestão online posso configurar o nameserver primário e mais nada.
Ok, sou um nabo no assunto. As vezes que tive que tratar da gestão DNS de um domínio contam-se pelos dedos da mão de um serralheiro acidentado, mas safei-me sem problemas com os outros serviços do género que usei.
A FAQ tem mais informação sobre a burocracia do que outra coisa, pelo que se revelou inútil. O interface de gestão (para editar os contactos e o nameserver) é complicado de se usar e nada intuitivo, segregando as operações por perfis em que mudam as opções consoante o utilizador que acede.
Os mails que são respondidos vêm do “Serviço de gestão de domínios em .pt”, de forma anónima, em que as respostas parecem saídas directamente do livro dos templates, escritos num português demasiado formal, que se esquiva ao que pergunto de forma clara.
Que treta!
Leopard Tech Talk
“Spend a day with Apple engineers and experts, and get all the latest details about the release of Mac OS X Leopard. Tech Talks feature in-depth presentations, demonstrations, and Q&A – live and in person. Attendence is free, but space is limited. Register today.”
Mais informação aqui.
Escrevo isto aqui apenas porque Lisboa também vai ter direito a conferência, a 3 de Dezembro. Quem diria?
Bora lá com umas faixas a dizer “QUEREMOS A APPLE A SÉRIO EM PORTUGAL”?