Faz amanhã 6 anos que estava por casa a estudar para os exames de Setembro.
Enquanto não chegavam o grupo de colegas com quem estudava fiz o que qualquer geek que se preze: fui matar tempo no Slashdot e deparei-me com este artigo. O resto da tarde foi passado em frente à televisão e a ler os comentários que iam aparecendo no Slashdot, alguns de pessoas que estavam lá. Tinha visitado uma das torres uns anos antes, e por isso tudo aquilo ainda me parecia mais terrível.
Na altura tinha marcada uma viagem para o fim de Setembro a Charlotte, NC. Teve que ser adiada um par de semanas devido ao encerramento do espaço aéreo norte-americano que fez atrasar todos os voos. Na ida, ao fazer escala em New Jersey, dava para ver o buraco na paisagem. Ainda dá, obviamente, mas na altura ainda era uma cratera fumegante a que o mundo assistia incrédulo.
A aparato que se instalou no aeroporto de Lisboa na altura veio para ficar: forças especiais com metralhadoras à porta, não deixavam estacionar o carro e só entravam para o terminal pessoas munidas de bilhete.
Diluiu-se o aparato desses dias mas ficou o espírito. Desde então o terrorismo é o trunfo que se joga para justificar tudo. Para impedir as pessoas de levarem uma simples garrafa de água de casa, um corta-unhas, a pasta dos dentes se maior que 100ml. Até a pirataria já foi associada ao terrorismo. De cada vez que responderem “sim, quero” à cigana que vos aborta no café para vender o último Spiderman, as royalties vão para o bin Laden.
Foi lançado um novo site que pretende ser um ponto de encontro da comunidade Apple em Portugal e países lusófonos.
Ainda está no início, mas promete.
Não deixem de visitar!
Há já alguns dias que o canon.pt está a apontar para 127.0.0.1.
Só o www.canon.pt é que vai para o site. Dava muito trabalho configurar os dois?
(Da primeira vez que acedi achei piada que a homepage fosse apenas tivesse um link para “~pedro”, tal como no meu portátil. Uns segundos depois apercebi-me da parvoíce que tinha passado pela minha cabeça.
)
Este mês o meu carro, um VW Polo, passa a valer a modesta quantia de 1250 euros.
Por passar a ter 10 anos, é este o valor que me rende o seu abate na compra de um novo.
Nem é pela quantia ridícula que é dada para um carro que custou muitas vezes este valor e que ainda está em excelente estado, mas é pela ideia base de que um carro ao fim de 10 anos é para abater e para comprar novo.
Parece-me consumismo excessivo.
99 cêntimos por um toque quando se pagou outro tanto pela música completa? Rídiculo.
Tomem lá o Audacity e não digam que vão daqui. Como o Audacity não abre AAC protegidos (que eu saiba), podem gravar o .m4p para CD e ripá-lo em seguida para MP3, sem sair do iTunes. Se for para usar para toque de telemóvel, nem sequer faz sentido falar em perda de qualidade. Para telemóveis com pouca memória 22khz/mono chega e sobra. É assim que faço os toques para ela e não há queixas.


Quanto aos novos iPods, a primeira impressão não é boa, além de que a linha é demasiado extensa.
O Shuffle acho que continua caro. O Nano ficou atarracado embora em preço e funcionalidades sejam bom. A ver a imagem em cima não me sai da cabeça o filme em que o Schwarzenegger e o Danny DeVitto são gêmeos. Acho o Nano anterior mais elegante.
O iPod Touch parece-me estranho. Talvez ainda por ser novidade, mas conhecer o iPhone e ver agora este é como ter carro a andar à frente dos bois. Pode ser que com o tempo pareça mais natural.
Quanto ao Classic nada de errado a apontar.
Quanto ao iPhone, vamos lá ver a que preço chega cá e com que tipo de contrato. Estou curioso em relação a este aspecto, já que somos um país de pré-pagos.